sexta-feira, 23 de abril de 2010

O problema dos outros!!


O Problema dos Outros



Houve uma vez um sábio bem conhecido, que morava em uma montanha no Himalaia. Cansado de viver com os homens, que ele tinha escolhido uma vida simples e passou a maior parte do seu tempo meditando.
Sua fama, porém, foi tão grande que as pessoas estavam dispostas a caminhar caminhos estreitos, subir colinas íngremes, rios nadar - para atender o homem santo que se acreditava ser capaz de resolver qualquer problema do coração humano.
O homem sábio, pois ele estava cheio de compaixão, deu alguns conselhos aqui e ali, mas continuou tentando se livrar de visitantes indesejados. Ainda assim, eles apareceram em grupos maiores, e uma vez por dia uma multidão bateu à sua porta, dizendo que grandes histórias sobre ele foram publicados em seu jornal local e que toda a gente tinha certeza de que ele soube superar as dificuldades de suas vidas.
O homem sábio não disse nada, mas pediu-lhes para sentar e esperar. Três dias se passaram, e mais pessoas chegaram. Quando não há espaço para mais ninguém, dirigiu-se ao povo que estava fora de sua porta.
"Hoje eu vou dar a resposta que todos desejam. Mas você deve prometer que, para ter seus problemas resolvidos, você não vai dizer aos peregrinos novo que eu mudei para cá - para que você possa continuar a viver na solidão que tanto anseiam. Homens e mulheres fizeram um juramento sagrado de que se o sábio cumpriu as suas promessas, eles não deixariam qualquer peregrinos sobem a montanha. "
"Conte-me seus problemas", disse o sábio.
Alguém começou a falar mas foi logo interrompido por outros, como todos sabiam que essa era a última audiência pública que o santo homem estava dando, e eles temiam que ele não teria tempo para ouvir todos eles. Minutos depois, a confusão foi criada, muitas vozes que gritavam ao mesmo tempo, as pessoas estavam chorando, homens e mulheres foram arrancando os cabelos em desespero porque era impossível ouvir.
O homem sábio deixar a situação se prolongasse um pouco, até que ele gritou: "Silêncio!"
A multidão calou-se imediatamente.
"Escrever para baixo seus problemas e colocar os papéis na minha frente", disse ele.
Quando todo mundo acabado, o homem sábio misturados todos os papéis em uma cesta, então disse, "Mantenha o cesto que se deslocam entre vós. Cada um de vocês terá um papel, e lê-lo. Você vai escolher se deseja manter os seus problemas, ou tomar o dado a você. "
Cada pessoa pegou uma folha de papel, lê-lo, e ficou horrorizada. Eles concluíram que o que tinha escrito, por pior que fosse, não era tão grave como o que afligia o seu vizinho. Duas horas depois, eles trocaram documentos entre si, e cada um tinha de colocar seus problemas pessoais para trás em seu bolso, aliviado que seu sofrimento não foi tão difícil como se pensava.
Grato pela lição, desceram a montanha com a certeza de que eles estavam mais felizes do que todos os outros, e - cumprindo a promessa feita - nunca deixar ninguém perturbar a paz do santo homem.

Paulo Coelho

Escolhas erradas!

Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada.
Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação.
O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.
Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças.
Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada.
Você deixaria o trem seguir seu caminho?

VOCÊ TEM QUE TOMAR UMA DECISÃO! O TREM NÃO PARARÁ ESPERANDO POR VOCÊ!

A maioria das pessoas escolherão desviar o trem e sacrificar só uma criança.
Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.
Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a
maioria das pessoas tomariam, moralmente e emotivamente.
Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta
de brincar num lugar seguro?
Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde
estava o perigo.
Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias.
No escritório, na comunidade, na política...
E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria,
não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura.
Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros.
E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenasde pessoas.
Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer quedecisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.
Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular... E o que é popular nem sempre é correto.
E que todo mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Reencarnação na Bíblia.

Reencarnação na Bíblia.

João Batista é a reencarnação de Elias


“Por que, pois, os escribas dizem que é preciso que Elias venha antes? Mas Jesus lhes respondeu: é verdade que Elias deve vir e restabelecer todas as coisas; mas eu vos declaro que Elias já veio, e não o conheceram, mas trataram como lhes aprouve. É assim que eles farão sofrer o Filho do Homem. Então seus discípulos compreenderam que era de João Batista que lhes havia falado”.
(Mateus 17:10)


A volta do Profeta Elias foi prevista por Malaquias: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor” (4:5).

O retorno de Elias foi anunciado pelo anjo Gabriel: “[...] o anjo disse-lhe: Não temas, Zacarias, porque foi ouvida a tua oração; e tua mulher Isabel te dará a luz um filho, e por-lhe-ás o nome de João. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus; e irá adiante dele com o espírito e a virtude de Elias, a fim de reconduzir os corações dos pais para os filhos” (Lucas 1:13).


No diálogo entre Nicodemos e o Mestre podemos observar a atenção dada ao assunto: “Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus para nos instruir como um doutor; porque ninguém poderia fazer os milagres que fazeis, se Deus não estivesse com ele. Jesus lhe respondeu: Em verdade, em verdade vos digo: Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. Nicodemos lhe disse: Como pode nascer um homem que já está velho?


Pode ele entrar no ventre de sua mãe, para nascer uma segunda vez? Jesus lhe respondeu: Em verdade, em verdade vos digo: Se um homem não renascer de água e de Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é Espírito. Não vos espanteis do que eu vos disse, que é preciso que nasçais de novo. O Espírito sopra onde quer, e ouvis sua voz, mas não sabeis de onde ele vem e para onde ele vai. Ocorre o mesmo com todo o homem que é nascido do Espírito. Nicodemos lhe respondeu: Como isso pode se dar? Jesus lhe disse: Que! Sois mestre em Israel e ignorais essas coisas? Em verdade, em verdade vos digo que não dizemos senão o que sabemos, e que não testemunhamos senão, o que vimos; e, entretanto, vós não recebeis nosso testemunho. Mas se não me credes quando vos fato das coisas da Terra, como me crereis quando vos falar das coisas do céu?” (João 3:2-12).


Como nota de esclarecimento, é preciso identificar o significado da palavra água no texto. O renascimento “de água” e “de espírito” é nada mais do que a retomada da experiência física, cuja constituição é eminentemente líquida. Portanto, o renascer de água é reencarnar e o renascer de espírito é evoluir, progredir moralmente.




Na Epístola aos Hebreus (11:35), onde se lê: “Mulheres receberam os seus mortos pela ressurreição”, vemos que são as “mulheres” e não os homens, pois elas é que podem gerar em seus ventres os corpos destinados à reencarnação, ao ressurgimento dos espíritos “mortos” no mundo físico