segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ladeira



Descendo a ladeira da vida, vejo rostos.
Sorrindo estão, então será que sim?
Cada passante é um marco, uma marca.
Marcas da vida.
Marcados ficamos e esquecidos se fomos.
Aquecidos pela vida vivemos cada momento sem pensar.
Se pensássemos pouco viveríamos.
Aos que pensa em demasia resta á monotonia.
Aos que nada pensam tropeços na ladeira.
Ladeira vem, ladeira vai.
Muitas vezes nos enroscamos entre vielas.
O que nos resta é a fé.
Fé no amanhã.
Fé no viver.
Fé na vida.
Descendo a ladeira me vou, sorrindo como bobo.
Atrás do que se foi e do que virá.
Cada passo um sopro de vida.
Cada instante um fragmento.
E a fé ao meu lado.
Sorrindo como criança.
E quando ela se perde na ladeira fica tudo escuro.
Peço ao mensageiro uma lanterna e agüento mais um pouco.
E a fé aparece, mais forte do que outrora fora.
Sorria a fé move mais do que montanhas!
Move vidas!

Micael A. Andrade

2 comentários:

Kelly Christi disse...

Só a luta muda a vida.

belo post

http://www.pequenosdeleites.blogspot.com

Júh Sodi disse...

Obrigado!

Esses poemas são de sua autoria?!
Muito bons! Parabéns pelo blog :)