quarta-feira, 4 de abril de 2012




Nas esquinas.
Correntes de vida.
Vidas correntes.
Degradadas pelo viver.
Pelo sofrer.
Lapidadas pela labuta.
Tanto viver passando.
Passando á viver.
Viveres na angustiante espera.
Espera do fim.
Fim que recomeça.
Que atrai.
Fim para a carne.
Início da alma.
Deixamos de ser limitados.
Ficamos ousados.
Inflados de sabedoria.
Sem hormônios a nos controlar.
Sem dor de viver.
Apenas viver, aprender!
Ser apenas alma.
Calma.
Esvoaçante.
Exuberante energia.

Micael Araújo Andrade

6 comentários:

Guru do Metal disse...

gostei desse poema

http://rocknrollpost.blogspot.com.br/

T. disse...

Primeiramente, adorei o blog.
O template está show, ele é leve, então carrega bem rápido.

Sobre o poema, me lembrou Chico Buarque quando jovem, não sei o motivo certo. Talvez seja porque ele pensava mais ou menos assim.
Você escreve bem, sabe tocar com o dedo na ferida das pessoas, pelo menos das minhas feridas.
Parabéns

http://amorlazarentoamor.blogspot.com.br/

Tati disse...

Versos lindamente construídos!

Monique Premazzi disse...

Que poema lindo! Amei as palavras *-* Você escreve muito bem.

Beijos,
Monique <3

Camila . disse...

Lindos versos.

Camila Cereja disse...

Que bonito...está falando da morte?

Adorei seu slogan, é isso mesmo.

Ah sim, comprar cds, pagar pra ir no show de gente assim é ser mais bobo do que os próprios. Eles roubam nosso dinheiro praticamente, tudo é tão caro.