sexta-feira, 21 de setembro de 2012




És tu a beleza?
A soberba?
Tu que se diz santo?
Insalubres pensamentos!
Enxofre nos meus olhos.
Suas preces falsas.
Seu coração inflado,
de petulância.
Implicância ao que é novo.
Tortos são seus preceitos.
Seus jeitos.
Sua fala não advém do coração.
Mas sim da ignorância.
Soberbas palavras.
Tão sóbrio quanto um bêbado.
Sacerdócio seria santo.
Alma pura esforçasse para isso.
Humildade divina.
Ouvidos solícitos e abertos no coração.
Não sentir se mais.
Apenas instrumento divino.
Humildade não é pequenez, apenas amor.
Sacerdócio é amor.
E amor desconhece arrogância.
Desconhece superioridade.
Desconhece julgamento.
Amor constrói, não julga.
Estende as mãos.
Para mantermos o mesmo nível.
De felicidade.
Amor é o que Deus quer.
Somente amor.
As palavras difíceis.
Rituais.
E outras coisas vãs.
É coisa de homem.
E poucos homens refletem verdadeiro amor.

Micael Araújo Andrade




7 comentários:

Marília disse...

lindas palavras, escreves muito bem.

Marco disse...

esse poema ficou muito bom.

Jac Bagis disse...

adorei o poema!

Jac Bagis disse...

adorei o poema!

Ana Lucia Nicolau disse...

bonito poema que faz com que reflitamos sobre os sentimentos que os homens manifestam em suas atitudes....abçs

Ingo disse...

Gostei muito :)

http://celtasim-h.blogspot.com.br/

Duda Moraes disse...

Bem legal
http://my-sweet--smile.blogspot.com.br/