quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Barquinho.



Pequeno barco viaja na imensidão desse mar.
Mar calmo,mar revolto!
Suas ondas rebentam entre pedras e corais!
Sabe ser pacífico e revolto!
Me levando ao seu prazer e insanidade!
Barquinho viaja trêmulo sem rumo.
O vento sopra e enche de esperança o que era solidão.
Estar só neste mar é cruel, na abundância nada ser ou ter  é pesado.
Barquinho á deriva todos somos,quando iremos atracar no porto seguro?
Um dia chegaremos,e quando chegar toda minha bagagem acumulada na viagem,
será  um guia para viagens posteriores!
Barquinho de papel se desfaz,mas uma mão de amor renova o barquinho e nos lança de volta
a essa aventura de viver!
Um dia esse barquinho não mais voltará,
E se tornará um farol a guiar quem de luz precisa
para enxergar na imensidão do nada!

Micael Araújo Andrade

4 comentários:

Calcanhar de Aquiles disse...

"Nunca nos banhamos no mesmo mar.
Nem eu e nem ele somos mais os mesmos depois desse encontro." (adaptação de um antigo pensador grego).

Lindo seu texto no blog que faz o leitor passear por esse barquinho.
Abração amigo.

Érico Pena disse...

Seu texto me lembrou até um trecho de uma música católica que gosto muito que diz assim: "ñ dá mais pra voltar, o mar é Deus e o barco sou eu, e o vento forte, que me leva pra frente, é o amor de Deus" Exatamente como é em nossa vida, grande abraço e sucesso

Thiago Barone disse...

muito bom o texto!!

Belo blog, cara!

Abraço

Visite: http://paralelocruzado.wordpress.com

Mônica Pinheiro disse...

Assim é a vida que vai e volta com os seus altos e baixos.

Bela analogia!